Escrever Para N O Enlouquecer

Author: Charles Bukowski
Publisher: L&PM
ISBN: 8525434833
Size: 78.69 MB
Format: PDF, Mobi
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As cartas que mostram como Bukowski se tornou Bukowski Agora estou trabalhando numa fábrica de ferramentas – e bebendo. Mas continuei matutando. Onde estão aqueles contos e esquetes que mandei para ela em março de 1946? Ela está zangada? Isso é a vingança dela? Será que ela queimou as minhas coisas? Ela transformou as páginas em barquinhos de papel para a banheira? Ou será que Henry Miller dorme com elas embaixo de seu colchão? Não posso esperar mais. Se não receber resposta, terei minha resposta. (Trecho da carta de Charles Bukowski para Caresse Crosby, 9 de outubro de 1946) Editado por Abel Debritto, tradutor, editor e autor de Bukowski: King of the Underground, Escrever para não enlouquecer é uma espécie de autobiografia não autorizada. Contém cartas escritas e ilustradas pelo escritor entre 1945 e 1993, nas quais ele revela os bastidores de sua própria história. Nessa correspondência, originalmente destinada a amigos e editores, Bukowski relata fatos e frustrações do seu dia a dia, discorre acerca da arte de escrever e expõe suas opiniões (geralmente bombásticas) sobre autores célebres como Henry Miller, Faulkner e Hemingway – sempre se valendo do estilo irônico que o celebrizou. Repletas de observações inusitadas, fruto de uma sabedoria adquirida tanto nas ruas quanto nos livros, as espirituosas cartas do velho safado são uma leitura indispensável para qualquer fã. Acompanhe em primeira pessoa a trajetória de um dos grandes rebeldes da literatura.

Escrever Para N O Enlouquecer Livro De Bolso

Author: Charles Bukowski
Publisher:
ISBN: 9788525438300
Size: 65.73 MB
Format: PDF, Kindle
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Como Bukowski se tornou Bukowski Escrever para não enlouquecer é um livro único na obra de Charles Bukowski (1920-1994). Reunindo cartas redigidas e ilustradas por ele entre 1945 e 1993, não apenas revela as ideias e opiniões do autor sobre literatura e o ato de escrever, mas também oferece ao leitor a chance de conhecer os bastidores da vida de Bukowski contados por ele mesmo – da embriaguez da juventude errante até os anos maduros de fama. Compiladas por Abel Debritto, biógrafo do autor que editou duas outras coletâneas temáticas, Sobre gatos e Sobre o amor, estas cartas são uma espécie de autobiografia não autorizada, leitura indispensável para qualquer fã.

Katzen

Author: Charles Bukowski
Publisher: Kiepenheuer & Witsch
ISBN: 3462318284
Size: 77.75 MB
Format: PDF, Docs
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»Ich mag Hunde lieber als Menschen. Und Katzen lieber als Hunde.« Charles Bukowski. In dieser Anthologie sind alle Texte von Charles Bukowski über Katzen versammelt. Das perfekte Geschenk für alle Katzenfans.Deutsche Erstausgabe mit zahlreichen bisher unveröffentlichten Texten. Eins für den alten Kumpel Er war nur ein Kater – schielend schmutzig-weißes Fell blassblaue Augen. Ich will euch mit seiner Geschichte nicht langweilen. Nur so viel: Er hatte eine Menge Pech und er war ein guter alter Kerl und starb wie Menschen sterben wie Elefanten sterben wie Ratten und Blumen sterben wie Wasser verdunstet und Wind aufhört zu wehen ...

Escrever A Cl Nica

Author: Renato Mezan
Publisher: Casa do Psicólogo
ISBN: 9788573960174
Size: 31.78 MB
Format: PDF, Docs
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Este livro orienta sobre a organização de um texto e questões téoricas e práticas no âmbito da psicanálise(clínica), através de dezesseis aulas que visam auxiliar quem deseja escrever. Partindo de exemplos reais, o autor examina as diversas etapas da construção de um texto, da pesquisa à revisão final.

Liebe

Author: Charles Bukowski
Publisher: Kiepenheuer & Witsch
ISBN: 3462319051
Size: 19.96 MB
Format: PDF, ePub
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»Liebe ist eine Art Vorurteil. Ich hab schon genug andere Vorurteile.« Charles Bukowski. Mal gefühlvoll, mal über beide Ohren verliebt und bisweilen angewidert – Charles Bukowski kennt alle Abgründe des menschlichen Lebens und der Liebe und beschreibt sie schonungslos offen sich selbst und den anderen gegenüber. Diese Texte über die Liebe sind eine Hommage und eine Zumutung zugleich.»Charles Bukowski ist nicht übel. Ich glaube, er hatte einiges über Frauen zu sagen. An Universitäten ist er nicht besonders hoch angesehen, aber er hatte Humor. Einer der lustigsten Schreiber, die ich kenne. Und es ist verdammt schwer, in Gedichten lustig zu sein. Nehmen Sie diesen Satz: ›Wenn eine scharfe Frau auf einen Einsiedler trifft, wird sich einer von beiden verändern.‹ Dafür mag ich ihn.« James Franco

N O H T Tulos

Author: Murilo Montino
Publisher: Editora Viseu LTDA - ME
ISBN: 8554548493
Size: 17.25 MB
Format: PDF, ePub
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Coletânea de poemas em maioria sem títulos, pois respeitando a subjetividade individual proponho que cada um tem o direito de colocar o título que achar que melhor caiba aos versos. Propondo isso, tentem não chorar, que os poemas serão de triste e tristeza ou qualquer coisa que se confunda com amar.

Sobre Gatos Livro De Bolso

Author: Charles Bukowski
Publisher:
ISBN: 9788525438324
Size: 21.47 MB
Format: PDF
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O gato é o belíssimo diabo Gatos são os animais mais admirados por Charles Bukowski, que chegou a ter vários deles ao mesmo tempo. Considerava-os professores, sábios e sobreviventes – como ele próprio. Esta coletânea é composta de textos inéditos sobre esses bichos misteriosos que tocaram a alma alquebrada do Velho Safado. Uma leitura crua, terna e divertida. Bukowski e gatos, duas paixões. Charles Bukowski, o poeta da sarjeta e da ressaca, o romancista do desencanto do sonho americano, quem diria, tinha um fraco por bichanos peludos e ronronantes. Principalmente na velhice, tornou-se sentimental com os felinos, que considerava criaturas majestosas, potentes e inescrutáveis, seres sensíveis cujo olhar inquietante pode penetrar as profundezas da alma. Eram, para ele, forças únicas da natureza, emissários sutis da beleza e do amor. Abel Debritto, biógrafo do autor que editou duas outras coletâneas temáticas, Sobre o amor e Escrever para não enlouquecer, reuniu aqui poemas e textos em prosa inéditos contendo reflexões sobre os animais que tanto fascínio e respeito provocavam em Bukowski. Os felinos retratados por ele são muitas vezes ferozes e exigentes. Ele os mostra perseguindo uma presa, passeando sobre páginas datilografadas, acordando-o com unhadas e mordidas. Se o personagem Henry Chinaski era seu alterego, os gatos são seu alterego de quatro patas. Pois, ao discorrer sobre gatos – vagabundos, lutadores, caçadores e sobreviventes –, o Velho Safado fala, na verdade, sobre seu melhor assunto: ele próprio.

Zanoni

Author: Edward Bulwer Lytton
Publisher: Sociedade das Ciências Antigas
ISBN:
Size: 68.12 MB
Format: PDF
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É possível que entre os meus leitores haja alguns poucos que ainda se recordem de uma antiga livraria, que existia, há alguns anos, nas imediações de COVENT GARDEN; digo poucos, porque certamente, para a grande maioria da gente, muito escasso atrativo possuíam aqueles preciosos volumes que toda uma vida de contínuo labor havia acumulado nas empoadas estantes do meu velho amigo D. Ali não se encontravam tratados populares, nem romances interessantes, nem histórias, nem descrições de viagens, nem “Biblioteca para o povo”, nem “Leitura recreativa para todos”. O curioso, porém, podia descobrir ali uma rica coleção de obras de Alquimia, Cabala e Astrologia, que um entusiasta conseguiu reunir e que, em toda a Europa, talvez, era a mais notável em seu gênero. O seu proprietário havia despendido uma verdadeira fortuna na aquisição de tesouros que não deviam ter saída. Mas o velho D. não desejava, na realidade, vendê-las. O seu coração não se sentia bem, quando um freguês entrava em sua livraria; ele espiava os movimentos do intruso, lançando-lhe olhares vingativos; andava ao redor dele, vigiando-o atentamente; fazia carrancas e dava suspiros, quando mãos profanas tiravam de seus nichos algum dos seus ídolos. Se, por acaso, a alguém atraia uma das sultanas favoritas do seu encantador harém, e o preço dado não lhe parecia ser demasiado exorbitante, muitas vezes era duplicado esse preço. Se vacilasse um pouco, o proprietário com vivo prazer, lhe arrebatava das mãos a venerável obra que o encantava; se aceitasse suas condições, o desespero se pintava no rosto do vendedor; e não eram raros os casos que, no meio do silêncio da noite, tinha bater à porta da moradia do freguês, pedindo-lhe que lhe vendesse, nas condições que desejasse, o livro que batia com prado, pagando-lhe tão esplendidamente o preço estipulado. Um crente admirador do seu Averrois e do seu Paracelso, ele sentia a mesma repugnância, como os filósofos que havia estudado, em comunicar aos profanos o saber que tinha adquirido. Sucedeu, pois, que, nos anos juvenis de minha existência e de minha vida literária, senti um vivo desejo de conhecer a verdadeira origem e as doutrinas da estranha seita a que se dá o nome de “Rosacruzes”. Não satisfeito com as escassas e superficiais informações que, acerca deste assunto, se pode achar nas obras comuns, opinei que talvez na coleção do Sr. D., que era rica, não só em livros impressos, como também em manuscritos, encontrasse alguns dados mais precisos e autênticos sobre aquela famosa fraternidade, escritos, quiçá, por algum dos membros da Ordem, e que confirmassem, com o valor de sua autoridade e com certas particularidades, as pretensões à sabedoria e à virtude que Bringaret atribuía aos sucessores dos Caldeus e dos Ginosofistas. De acordo com estas suposições, encaminhei os meus passos ao dito sítio, o qual era, indubitavelmente (embora eu tenha que me envergonhar disso), um dos meus passeias prediletos. Porém, não existem, acaso, nas crônicas dos nossos próprios dias, erros e enganos tão obscuros, como os dos alquimistas dos tempos antigos? E possível que até os nossos periódicos vão parecer à nossa posteridade tão cheios de ilusões, como aos nossos olhos parecem os livros dos alquimistas; e, talvez, achem até estranho que a imprensa é o ar que respiramos, quando este ar é tão nebuloso!